Dia Internacional da Juventude: os desafios enfrentados pelos jovens

No Dia Internacional da Juventude, quatro jovens da Rede Jovem Anne Frank Brasil contam quais são os principais desafios enfrentados por eles

Comemorando o Dia Internacional da Juventude, altos funcionários da ONU pediram que líderes de todo o mundo “façam todo o possível” para permitir que os jovens alcancem seu potencial máximo.
Contra o pano de fundo da pandemia de coronavírus, que afetou as vidas e aspirações dos jovens e aumentou suas vulnerabilidades, o secretário-geral da ONU, António Guterres, elogiou a resiliência, a desenvoltura e o envolvimento das gerações mais jovens.


Por aqui, perguntamos aos jovens participantes da Rede Jovem Anne Frank Brasil quais os maiores desafios enfrentados por eles. Confira as respostas:

“Pressão para ter toda a vida planejada e seguir o modelo que os outros querem para o nosso futuro. A falta de escura por sermos jovens demais, e principalmente a falta de empatia. Um exemplo muito simples nessa falta de empatia é: se um adolescente derrubar sem querer uma jarra de vidro, vai ouvir que é desastrado, não presta atenção, vai levar bronca e tals, agora se um adulto derrubar, vão perguntar se machucou, se está tudo bem e vão até se oferecer para limpar”, Maria Eduarda, integrante da Rede Jovem Anne Frank Cabreúva.

“É difícil conseguir a aprovação de todos e, quando erramos, nos transformamos nos piores seres humanos, mesmo tendo 14, 15 ,16 anos, temos que ter sucesso na vida , temos que fazer faculdade pra ‘ser alguém na vida’, não levam nossa opinião a sério, falam que nós não temos maturidade e etc.”, Thábata Costa, integrante da Rede Jovem Anne Frank Belo Horizonte.

“É difícil sermos levados a sério. Assim como nossas opiniões, crenças e escolhas, que muitas vezes são sérias e são coisas que levaremos pra vida toda, mas acabamos sendo tratados como crianças”, Arthur, da Rede Jovem Anne Frank Belo Horizonte.

“Julgam que eu seja imatura, sem experiências, que eu não sou inteligente, que só penso em namorar e sair com as amigas. Difícil ter lugar de fala”, Isabelle Euclides, da Rede Jovem Anne Frank Santos.

Por outro lado, o secretário-geral da ONU, António Guterres ressalta a importância dos jovens. “São os jovens que se levantaram para exigir ações climáticas. Eles estão se mobilizando por justiça racial e igualdade de gênero e são os defensores de um mundo mais sustentável”, disse ele em mensagem marcando a data.

Vale ressaltar que é neste contexto que as ações do Programa Educativo Anne Frank no Brasil realizam um importante trabalho de oferecer aos jovens a oportunidade de mudança. Apenas no primeiro semestre de 2020, mais de 100 atividades foram realizadas pelos diversos grupos presentes em várias cidades brasileiras.

Acompanhe nosso trabalho pelas redes sociais. No Facebook, através da página Anne Frank House Brasil, e no Instagram: @annefrankhousebr e @redejovemannefrankbr.

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